Unigranrio participa do programa Escolas do Amanhã

Leila de Andrade Silva, acadêmica de Pedagogia do campus São João de Meriti, realiza estágio no programa Escolas do Amanhã, junto ao Ciep Antônio Candeia Filho

Leila de Andrade Silva, acadêmica de Pedagogia do campus São João de Meriti, realiza estágio no programa Escolas do Amanhã, junto ao Ciep Antônio Candeia Filho

A prefeitura do Rio e a Unigranrio têm motivos de sobra para celebrar um ano do programa Escolas do Amanhã. Um batalhão de quatro mil professores tem a missão de educar cerca de 110 mil alunos carentes de 150 colégios de Ensino Fundamental, em áreas dominadas por milicianos e traficantes. A Secretaria municipal de Educação promove um verdadeiro esforço nessa área, onde a Unigranrio marca presença com 111 acadêmicos dos cursos de Letras, Pedagogia, História, Biologia, Educação Física e Licenciatura em Informática. Nossos estudantes cumprem estágio e ajudam a romper os bloqueios de aprendizado, em tempo integral, utilizando programa composto de material didático diferenciado, capaz de transformar a sala de aula em laboratórios.

Elogios por parte - Cada sala de aula do programa Escolas do amanhã, do 6º ao 9º ano, conta, em média, com dois computadores e um laboratório de ciências voltado às demais experiências. Nessa moderna forma de ensino, há espaço para atividades culturais e esportivas, como apoio às disciplinas fundamentais. Ângela Moulin Andrade, responsável pelo Núcleo de Convênios e Estágios da Unigranrio (Proce), acredita na continuidade desse projeto: “É muito gratificante constatar que nossos alunos, que iniciaram suas funções nesse projeto em 2009, tiveram renovados seus termos de compromisso de estágio, a partir de uma excelente avaliação por parte dos diretores das escolas envolvidas”, comemora.

Cláudia Costin, secretária municipal de Educação, em recente entrevista ao jornal O Globo, justificou que entre os principais desafios do Programa Escolas do Amanhã está a árdua tarefa de transpor a barreira imposta pela violência e pelo tráfico, principais motivos de evasão escolar dentro dessas comunidades. Segundo ela, as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) são grandes aliadas no desenvolvimento das atividades educacionais: “Estamos conversando com o estado para fazer um trabalho conjunto. Ali, durante muitos anos, a escola foi praticamente a única presença do poder público nessas áreas”, explica. Como estímulo à continuidade desse projeto e à manutenção de professores em sala de aula, Cláudia promete ações que serão encaminhadas ao prefeito Eduardo Paes: “Além do prêmio anual que implementamos no projeto, vou levar ao prefeito o pedido de algum diferencial de salário, como gratificação extra”, concluiu.

4 Comentários

Tatiane diz: 12 janeiro 2012 - 19:35

Sou aluna do curso de pedagogia bilíngue (pedagogia-libras) interessa-me saber ,se há algum trabalho desenvolvido com crianças surdas, pois sou interprete desta língua e adoraria estagiar nesta área.
Desde já agradeço!

Andréa diz: 8 agosto 2010 - 17:12

Sou aluna do curso de pedagogia e gostaria de saber como faço para conseguir um estágio em um dos projetos da prefeitura.Obrigada!

Laene diz: 23 junho 2010 - 14:42

Silvania, sou aluna da unigranrio do curso de Ciências Biológicas e participo desse estágio. Pra você conseguir uma vaga liga pra CRE e pergunta quando vai abrir novas incrições. Me disseram que vai abrir agora em julho, mas liga pra saber direitinho. O telefone é 3383-8144. Boa sorte!

Silvania diz: 21 junho 2010 - 12:11

Sou aluna do curso de pedagogia e gostaria de saber como faço para conseguir um estágio nesses projetos da prefeitura.Obrigada!

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