Alunos de Fisioterapia fazem estágio no Hospital Pedro Ernesto
O curso de Fisioterapia da Unigranrio é sinônimo de qualidade de ensino, no estado do Rio de Janeiro. O exemplo disso pode ser medido, por exemplo, pela excelente classificação obtida por seis alunos do 8º período, no recente concurso para estágio no Hospital Pedro Ernesto (Hupe), localizado no bairro de Vila Isabel, RJ. Das 12 vagas disponíveis, seis delas foram preenchidas pelos alunos Polyana da Silva Saraiva, Hegon Luiz Silva do Amaral, Carla Suzuane Silva, Nayara Silveira Carvalho, Bianca Fonseca de Mattos Xavier e Thainá Lorene Oliveira da Silva. Leia, a partir de agora, a entrevista que o Portal Unigranrio fez com alguns dos aprovados, que estão estagiando no Hupe, desde 13 de julho. O depoimento do coordenador desse curso, Jefferson Caldeira, é destaque no primeiro áudio que fizemos para o Portal. Acompanhe.
1 - Qual a rotina de trabalho, a partir de agora?
Hegon Luiz Silva do Amaral — “A partir desse momento, é hora de colocar tudo em prática; é o momento de desenvolver nossas habilidades, competências, trabalho em equipe, além de tomada de decisão que agregue valores na composição do sucesso profissional”.
2 - Você acha que há garantia de emprego, após esse período de estágio?
Hegon — “Esse é um hospital universitário voltado para pesquisas e especializações nas áreas de saúde, como as referidas residências multiprofissionais. Um sistema de contratação imediata, após esse estágio, não está previsto, mas o referido treinamento no HUPE pode ser considerado um diferencial, levando-se em conta que abre um campo de atuação aos recém-formandos, como, por exemplo, a oportunidade de trainee (treinamento profissional), especializações (lato sensu), residência multiprofissional e mestrado pela UERJ. Soma-se a isso tudo, a formação das redes de contatos (networking)”.
3 - Os hospitais cumprem o papel correto com a função que vocês abraçaram, e quais os desafios nesse período?
Carla Suzuane Silva — “Sim, existe uma troca mútua de interesses. Tudo é relevante para nós, porque adquirirmos experiência fora dos estágios conveniados, pois além de expandirmos a relação de contatos profissionais, passamos a conhecer, de fato, a realidade do mercado de trabalho. Para os hospitais, é uma forma de selecionar aquilo que há de melhor, com vistas ao compartilhamento de conhecimentos, de forma bem satisfatória. Com isso, o nosso maior desafio é interagir e buscar espaço de trabalho, sempre em ações de pura excelência”.
4 - Nesse momento do estágio, você vê necessidade de ampliar o campo de pesquisas?
Carla — “Claro, porque há uma motivação maior, principalmente devido à complexidade de serviços prestados e, também, pelo que o estágio representa na produção de assistência da saúde. Contribuir com trabalhos, pesquisas e publicações nos enriquece em todos os sentidos; como bagagem profissional, assim como na qualidade do atendimento que está sendo oferecido”.
5 - O que significa o sucesso profissional para quem está bem próximo dele?
Nayara Silveira Carvalho — “Eu acho que faz parte da realização profissional. É muito bom investir o nosso tempo nesse tipo de treinamento, recebendo em troca conhecimentos teórico e prático, além da boa resposta de cada paciente aos tratamentos ministrados. Isso faz com que nos sentimos úteis e, consequentemente, realizados naquilo que fazemos”.
6 - A responsabilidade aumenta, na medida em que você lida com profissionais, estagiários, pacientes e, de certa forma, com os familiares dos pacientes?
Nayara — “Acredito que sim. Enquanto estamos somente dentro de sala de aula, não enxergamos isso com tanta frequência. Quando nos relacionamos com profissionais, pacientes e seus familiares, essa visão muda completamente. Eles vêem em nossa atitude alguém que, também, pode dar a resposta ao tratamento que esperam para seus entes queridos. Cabe-nos estar atualizados em nossos estudos, para que possamos contribuir para cada paciente, da melhor forma possível”.
7 - O que representa passar em um concurso como esse, num hospital de referência?
Bianca Fonseca de Mattos Xavier — “É a síntese da dedicação e esforço, aplicados durante os quatro anos de atividades acadêmicas”.
8 - A qualidade de ensino do curso de Fisioterapia da Unigranrio tem que peso na escolha profissional de vocês?
Bianca — “Ela pode ser considerada parte de um conjunto, que reúne ensino de qualidade e dedicação, tanto por parte do coordenador desse curso, o professor Jefferson Caldeira, como na de nossos professores e alunos. Tudo esse esforço favorece na busca da empregabilidade”.
9 - Em quais áreas você está trabalhando no hospital?
Thainá Lorene Oliveira da Silva — “Estou no setor de Ortopedia. O setor é maravilhoso, já que temos possibilidade de aprender novas técnicas fisioterapêuticas de tratamento. Os profissionais que trabalham no setor são extremamente qualificados e dão um suporte muito bom aos estagiários envolvidos, ajudando-nos a desenvolver habilidades, conhecimentos, prática e trabalho em equipe. Tudo isso é fundamental para quem está prestes a entrar nessa profissão”.
10 - A visão de trabalho está dentro das suas expectativas?
Thainá — “Sim, o Hospital Universitário Pedro Ernesto tem diversos setores para a área da fisioterapia, sendo um hospital de referência. Apesar de não haver contratação após o período de estágio, há possibilidade de treinamento profissional interno e, até mesmo, a residência”.


Parabéns aos alunos de fisioterapia, e principalmente a Nayara, tenho acompanhado o seu esforço para alcançar todos os seu objetivos.