Folha Dirigida entrevista ex-alunos de Sistemas de Informação

A Carreira onde a Modernidade é hoje

O bacharelado em Ciência da Computação tem por objetivo capacitar o aluno para projetar e desenvolver sistemas que integrem hardware e software, além da competência e compromisso com a utilização de princípios e ferramentas que otimizem o processo de desenvolvimento e implementação de um projeto e lhe confiram um alto grau de qualidade.

Um curso como o bacharelado dura quatro anos, mas uma licenciatura em Informática pode ser mais breve, com apenas três anos. Um curso de tecnologia da informática pode ser ainda menor: dois anos e meio. Mas para possuir um diferencial e se destacar na área de Informática, é preciso ser curioso, gostar de se atualizar e de estudar bastante. Também é preciso ter a noção de que a modernidade é hoje, e não mais daqui há uma década, e isso faz com que se torne impossível a acomodação ao que já se estudou. Ao menos, é assim que os que atuam na área definem o profissional desejável para qualquer empresa. Leia, abaixo, o depoimento de três de nossos ex-alunos de Sistemas de Informação, que estão brilhando no mercado de trabalho. Eles também foram além da sala de aula.

Uma carreira com grande aceitação no mercado

Celso Araújo Fontes tem 23 anos, se formou em 2006 pela Unigranrio e faz mestrado em Sistema de Computação no Instituto Militar do Exército (IME). Ele é funcionário público, atua há um ano como analista de sistemas desenvolvedor web do Detran-RJ, mas conta que tudo começou com a curiosidade de saber como funcionava o vídeo-game. “No começo da faculdade, todos estão afoitos para fazer a prática. No entanto, como as coisas mudam muito nesse ramo, a base teórica acaba sendo mais importante. Consegui estágio rápido, no 2º período, e o meu salário hoje, comparado a este primeiro estágio, é seis vezes maior, mas é preciso ter disciplina para se atualizar constantemente, tem que gostar muito e ser muito curioso”, ressalta.

Fábio Heleno de Lima, de 38 anos, por sua vez, entrou no mercado de trabalho em 2001. Atualmente analista de sistemas concursado da Petrobras, ele diz que o que o fisgou na Informática foi a busca pela modernidade, o sonho de ver as coisas sendo feitas de forma mais rápida. “Tem muito trabalho para quem quer. A universidade me preparou bem para o mercado. Tinha iniciado, parado e depois voltei a estudar na Unigranrio. As matérias estavam muito mais ousadas do que o mercado de trabalho, eu via a aplicação prática das coisas”, conta o profissional. Já Érica Castilho, 24 anos, que também se graduou na mesma universidade, em sistemas de informação, faz mestrado em Informática na UFRJ e trabalha em uma multinacional como analista de TI, além de possuir uma empresa própria, onde presta consultoria. Ela começou estudando em cursos técnicos, e optou pelos sistemas de informação por contemplar todas as áreas da TI. “Aprendi coisas bastante práticas, sempre estagiei e tenho empresa própria. Atualmente, meu salário é sete vezes maior do que o que eu recebi no meu primeiro estágio. Essa é uma carreira promissora, e comumente, já no terceiro período, o estudante consegue estágio”, pondera a empresária.

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